Dose de esperança: Vacinados em Caçador tem otimismo com fim da pandemia

“Fechei os olhos e fiz um pedido a Deus que logo todos estejam vacinados”, disse Josi Varella, psicóloga de 40 anos

A esperança em forma de vacina. É assim que os imunizados contra a Covid-19 tem se referido a aplicação das doses da Coronavac (Instituto Butantan) e da Astrazeneca. Duas vacinadas que juntas, já imunizaram 1100 pessoas (com a 1ª e 2ª dose), e outras 6030 pessoas, que ainda aguardam o tempo determinado para receber a segunda dose.
Mais que a imunização para uma doença que já tirou a vida de milhares de pessoas, a vacina contra a Covid-19 se apresenta também como um alento para dias difíceis, reforçando a esperança de que a guerra contra o inimigo invisível irá passar.
Josiéli Varella, psicóloga de 40 anos, foi vacinada na tarde de quinta-feira (25). Ela recebeu a primeira dose da Coronavac (Instituto Butantan). “O sentimento ao receber a vacina foi um misto de alegria, esperança e gratidão. No momento que recebi a vacina fechei os olhos e fiz um pedido a Deus que logo todos possam estar recebendo está vacina”, disse.
Em Caçador os grupos que se encaixam para receber a vacina estão sendo organizados no Parque das Araucárias, com o apoio de atiradores do Tiro de Guerra 05-006, dos Bombeiros Voluntários e da Guarda Municipal. Os veículos que chegam ao local são organizados para entrarem no salão. Lá, o tempo de vacinação dura em média dois minutos.  “Quero parabenizar a todos os envolvimentos, pois estava tudo perfeito, o tratamento recebido, a educação e a preocupação com o ser humano estava visível no local. Equipes do Tiro de Guerra oferecendo água, Guarda Municipal organizando as filas dos carros, os Bombeiros se tivesse alguma emergência”, destacou.
Josi foi vacinada por uma profissional da saúde que assinou a carteirinha como Fran Mello. Josiane não teve reações e agora aguarda para receber a segunda dose.
Ieda Jung, 58 anos, trabalha em uma Farmácia de Caçador. Ela recebeu a vacina Astrazeneca da Fiocruz. “Na hora em que tomei a vacina, depois de todos estes meses de tensão, passou um filme diante de todos os momentos de ansiedade, insegurança, medo. Uma sensação de alívio, de agradecimento a Deus pela oportunidade. Um raio de esperança de que tudo vai ficar bem. Uma vontade de poder ter os meus filhos, noras, netos vacinados”, disse Ieda.

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