Cobalchini diz que implementar o Bloco X é onerar as empresas

Programa proposto pelo Governo do Estado não agrada deputados pois deverá gerar novos custos no dia a dia dos catarinenses



A Frente Parlamentar Varejista da Assembleia Legislativa de Santa Catarina realizou na tarde de terça-feira (15) uma reunião com o secretário de Estado da Casa Civil, Eron Giordani, para tratar da implantação da Obrigação Tributária Acessória (Bloco X) pela Secretaria da Fazenda do Governo do Estado. Basicamente o Bloco X é um programa de fiscalização de notas fiscais, estoques, e tudo que envolve o trabalho diário de uma empresa em Santa Catarina, mas de acordo com os parlamentares, gera custos às empresas que não estariam previstos no orçamento atual.

O sistema, que está previsto para entrar em vigor a partir de 1º de julho, obriga a apresentação de relatório diário de vendas. Representantes de entidades empresariais do setor varejista pedem que a implantação seja adiada e revista.



Durante a reunião, os deputados integrantes da Frente Parlamentar do Varejo foram sensíveis às demandas apresentadas pelos representantes da Federação dos Dirigentes Lojistas (FCDL), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio), Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop) e do Conselho Regional de Contabilidade. Ao final, a FCDL entregou um ofício ao secretário da Casa Civil reforçando o pedido para que o Estado postergue a implantação do Bloco X.

O deputado estadual Valdir Cobalchini (MDB) é o presidente da Frente Parlamentar Varejista, e para os deputados, é preciso que o Governo do Estado reveja a decisão.

“Defendemos que ao invés da instalação de um sistema complexo, que aumentará os custos de mais de 500 mil empresas em Santa Catarina, representadas por CDL, Acats e Conselho Regional de Contabilidade, se adote a Nota Fiscal Eletrônica, muito mais simples e muito mais barata. Estamos falando de um setor que emprega mais de 70% da mão de obra catarinense e merece nosso respeito e apoio e não mais burocracia”, declarou Cobalchini.
 
 
 
 

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