Avançam as tratativas para melhorar o fornecimento de energia para Caçador

Classe política e empresarial caçadorense criará câmaras técnicas para acompanhar e acelerar os investimentos necessários por parte da Celesc

Avançaram ainda mais as tratativas para buscar melhorias no fornecimento de energia elétrica para Caçador. Um encontro, realizado nesta segunda-feira, 14, na sede regional da FIESC, contou com a presença do prefeito Saulo Sperotto, representantes de entidades empresariais, UNIARP e Câmara Municipal.

Dentre as definições, está a criação de câmaras técnicas para acompanhar e acelerar as propostas de antecipações dos investimentos, por parte da Celesc. “É da Celesc que nós temos que cobrar, pois ela é a concessionária da energia. Tivemos a informação de que o projeto para a construção de uma nova linha de energia será antecipado e, agora, nosso objetivo é acompanhar de perto esta situação”, destacou o prefeito Saulo Sperotto.
O presidente da Câmara de Vereadores, Moacir D’Agostini, sugeriu que as demandas levantadas pela Comissão de Trabalho sejam tratadas também com a Assembleia Legislativa, aumentando a força política para que os investimentos envolvendo Caçador e a região aconteçam.



“É preciso que estes investimentos estejam previstos no orçamento do Estado, tanto Plano Plurianual (PPA) quando na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA) para que saiam do papel, e nisso, envolver os nossos deputados é fundamental”, destacou.

A preocupação e urgência se dá devido à vulnerabilidade do sistema de abastecimento de energia para Caçador. “Como já dissemos, é preciso termos opções para que, caso aconteçam novos eventos climáticos e atinjam a transmissão de energia elétrica, haja uma alternativa para que isso seja restabelecido de uma forma rápida e não como aconteceu, onde tivemos quatro dias de apagão total. Nossa população não pode mais ficar à mercê de uma situação assim”, completou o prefeito Saulo.

Além disso, existe ainda a preocupação da classe empresarial, que também foi duramente afetada, mas que visualiza mais problemas no futuro caso não haja ampliações no sistema de abastecimento de energia. “Várias empresas de Caçador estão fazendo ampliações e, para isso, vão consumir mais energia, pois terão a produção também ampliada. É necessário, então, que sejam feitos estes investimentos o mais rápido possível. Por isso, com estes grupos de trabalho, faremos este acompanhamento de perto”, finalizou o primeiro vice-presidente da FIESC, Gilberto Seleme.

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