A Secretaria de Comunicação (Secom) do Governo do Estado de Santa Catarina publicou em suas redes sociais na tarde de segunda-feira (31) um levantamento das ações governamentais por meio da Celesc para o restabelecimento das regiões do Estado sem energia por conta da queda das torres no município de Campos Novos, que afetou consideravelmente Caçador, o município que ficou mais tempo sem energia, 95 horas.

O interessante é que em um amplo texto divulgado, em nenhuma linha o município de Caçador é citado, como se não existisse. Macieira, Salto Veloso, Arroio Trinta, Iomerê, Lebon Regis, Rio das Antas, Videira e Fraiburgo tiveram pareceres divulgados. E Caçador? Nada, nem uma linha, como se quisessem esconder que deixaram de fora do mapeamento elétrico de Santa Catarina um dos municípios com maior produção industrial do Estado. Lamentável.

Gestão de risco

O que o prefeito de Caçador, Saulo Sperotto (PSDB) e o vice Alencar Mendes (DEM) tem passado neste início de segundo mandato não está no gibi. Pode-se dizer que é uma gestão de risco, pois convivem diariamente com novas ondas de contaminação pela Covid-19, buscando dar o suporte total a saúde dos caçadorenses e coordenando a chegada das vacinas.



E agora para completar o pacote, um apagão histórico na rede de energia elétrica da cidade, ocasionado pela queda das torres em Campos Novos e comprometendo diversos setores econômicos.

Pandemia, colapso na saúde, vacinação, os demais setores da Prefeitura a serem administrados, e agora o município às escuradas. É preciso força para segurar o rojão. Mas ambos tem se saído bem.

União

O ponto positivo de tudo isso é que podemos perceber que Caçador possui uma classe empresarial forte, assim como gestores políticos. Todos estão engajados em buscar junto a Celesc explicações de porque até hoje nunca foi feita uma rede alternativa de energia para suprir Caçador caso algo deste formato acontecesse. O 1º vice-presidente da Fiesc foi o primeiro a se manifestar, empresário Gilberto Seleme, sem seguida o deputado Cobalchini já esteve na Celesc em Florianópolis pedindo medidas, o presidente da Acic, empresário Jovelci Gomes também disse que irá cobrar respostas da Celesc, assim como a Câmara de Vereadores se manifestou da mesma forma com o presidente Moacir D’Agostini. Se era dor de cabeça que a Celesc queria, conseguiu.



Agradecimento

Um agradecimento especial à Defesa Civil de Santa Catarina que disponibilizou sua Sede Regional em Caçador para que a imprensa pudesse trabalhar na atualização dos fatos diante do apagão no município e região. O local também abrigou a Polícia Militar e Polícia Civil. Geradores deram conta de servir a todos com iluminação, carga para celulares e computadores. E assim a informação não deixou de chegar aos leitores.



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