Crenças da quaresma

Algumas famílias mantêm certas tradições referentes a esse período

Leidiane Dias - Repórter 

A quaresma, período entre a quarta-feira de cinzas e o domingo de Páscoa, representa os quarenta dias do sofrimento de Jesus Cristo. E em respeito a esses dias, várias famílias mantêm tradições que são passadas de gerações para gerações, e que ao longo do tempo estão ficando cada vez mais raras. 
Há várias crenças da quaresma que se penduram até os dias de hoje. Algumas famílias mantem a tradição de não comer carne na sexta-feira santa. Outras, as mais reservistas, mantém uma tradição até um pouco mais rígida. Além da crença de não comer carne, também não pode fazer os serviços mais pesados como lavar roupa, fazer pão, cortar a grama, entre outros. Durante os quarenta dias da quaresma, segundo os católicos, não se deve dançar e frequentar festas. Esses dias devem ser de penitências em respeito ao sofrimento de Jesus Cristo. 
Algumas pessoas mantêm também a tradição de jejuar na quarta-feira de cinzas e na terceira sexta-feira da quaresma. O jejum é uma tradição que surgiu na idade antiga e se consolidou na Idade Média, época em que pessoas humildes raramente provavam carne. Na época, o povo vivia em terras alheias e a carne vermelha era consumida só em banquetes, nas cortes e nas residências dos nobres. Ela tornou-se, então, símbolo da gula, associado ao pecado.
Na igreja católica romana, eles mantêm o ritual da lavagem dos pés que é associada com a Missa da Última Ceia, que celebra de maneira especial a Última Ceia de Jesus, na quinta-feira santa. Onde o sacerdote, com a ajuda de ministros, derrama água sobre os pés de cada um e os enxuga.

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