Airsoft: Praticantes do esporte chamam novos integrantes

O Airsoft é uma atividade que busca simular combates militares e policiais realistas

Caçador conta com um grupo de Airsoft, nomeados de SURVIVOR. O time surgiu há quatro meses e tem atualmente 16 integrantes. Os encontros são realizados todos os domingos pela manhã, no Clube 29. O Airsoft é uma atividade que busca simular combates militares e policiais realistas. Essas simulações podem acontecer de diversas maneiras, com jogos elaborados e missões específicas, de acordo com o nível de combate desejado e a experiência dos praticantes envolvidos.

Diferente do Paintball, o Airsoft precisa que os integrantes do time assumem que foram atingidos, pois não mancha. “Existem as regras Militares que seguimos. Para poder jogar o Airsoft, a arma obrigatoriamente precisa expelir esferas de plásticos, de 6 mm, com a ponta laranja ou vermelha. Existem armas que expedem bolas menores, essas não são regulamentadas para jogo, pois pode causar danos maiores no momento do contato com o jogador”, destaca o integrante do time, Leandro Ribeiro.

Além da exigência da arma especifica para o jogo, existe todo um equipamento obrigatório de segurança.  “Às vezes acontece de algumas pessoas virem conhecer, sem nenhuma proteção, nestes casos, nós emprestamos o equipamento para conhecer o esporte, até mesmo para as que vêm apenas assistir. Porém, a partir do momento que tiver o desejo em participar da equipe, é obrigatoriamente necessário o equipamento de segurança”, afirma Leandro. 



“Embora as armas sejam carregadas com munição não letal, podem ocorrer ferimentos e lesões. As bolas pegam em torno de 120 metros por segundos, é preciso cuidar. É utilizado todo equipamento de segurança, principalmente a máscara facial, óculos de proteção e roupa adequada, assim protegendo de qualquer lesão. É um esporte para diversão e para todos, temos integrantes homens e mulheres. Se nós jogarmos com a devida proteção, não tem risco”, destaca o Joel Voloch.

Entre meio aos homens, tem a Marcelly Voloch, de 17 anos, que entrou para o esporte por meio de um desejo de profissão. “Quero ingressar na carreira Militar e o esporte me deixa mais próxima desta realidade. Meu pai já participava e um dia resolvi conhecer e gostei, comprei os equipamentos necessários para poder participar e ingressei na equipe. É um treinamento bem relaxante”, afirma. 

Vale ressalta que os equipamentos são comprados individualmente, com recursos próprios de cada integrante.  Para as pessoas que quiserem adquirir a arma de Airsoft, precisa ter nota fiscal. Pois às vezes acontece de fiscalizadores virem até o jogo, sendo necessário apresentar a nota, como forma de segurança. 

Para conhecer o esporte e obter mais informações, podem entrar em contato com o Giovani Córdova, pelo telefone (49) 99940-0516.
Missões do Airsoft

Dentro dos parâmetros do jogo, muitas partidas diferentes podem ser estabelecidas. Cada uma delas tem seus objetivos e regras a cumprir. Confira agora algumas missões de Airsoft.

Capturando a bandeira

O enfrentamento é entre dois ou mais times, em uma disputa em que cada equipe tem a bandeira própria. A meta é recuperar a bandeira, que estará com a equipe adversária, e trazê-la de volta à base.
É importante que a bandeira esteja totalmente visível na base inimiga e que, desta mesma forma, seja carregada até a base original. Quando o portador da bandeira é atingido por um tiro, o objeto é devolvido à base adversária.

O último homem
Nesta versão do jogo, todos jogam sem aliados. Vale a máxima “cada um por si”, fazendo com que o vencedor seja justamente o último homem que restar em pé. A área de jogo é limitada e pode haver um tempo máximo definido previamente pelos participantes.

Mata-mata em equipe

Uma equipe luta contra a outra, com o objetivo de eliminar o time adversário. Ao longo de uma partida desta modalidade, também é comum que se determine um tempo limite para que a rodada se encerre.
Há uma variação que conta com o chamado “respawn”, período em que o jogador atingido por um tiro deve se retirar do campo e, depois de alguns minutos de espera, ele pode retornar ao jogo. Caso não haja o “respawn”, o participante “morto” deixa a área de competição com as mãos na cabeça ou com um tecido vermelho à mostra.

Zumbis
O jogo tem início de forma “mata-mata”, mas a dificuldade real vem na fase seguinte. Cada jogador atingido vai para uma área denominada “Zona de Ressurreição”, na qual se transforma num zumbi. Estes, por sua vez, não possuem armas e devem, obrigatoriamente, usar uma máscara facial completa, para que possam ser atingidos na cabeça.
Quando o participante zumbi é morto, deve retornar à “Zona de Ressurreição” e, depois disso, pode voltar ao campo, mas sem deixar de ser um morto-vivo.
A partida somente termina quando o tempo acabar ou todos já tiverem se transformado em zumbis.

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